Coldplay
Novo single, novo vídeo
Para promover o novo single Lost!, o Colplay lançou um vídeo extraído de uma de seus shows, gravado no United Center, em Chicago.
Lost! é a terceira faixa do novo e belíssimo álbum Viva La Vida or Death And All His Friends, que resgatou o respeito crítico do grupo e consolidou seu sucesso junto ao público.
Confira abaixo, com os cumprimentos do YouTube.
Segunda-feira, Setembro 29, 2008
Thor Kenneth Branagh pode dirigir
Segundo a revista Variety, o renomado ator e diretor irlandês Kenneth Branagh (Henrique V, Frankestein, Voltar a Morrer, Operação Valquíria) está em negociações para dirigir a adaptação de Thor para o Marvel Studios.
O projeto de adaptação do deus dos trovão para a tela grande esteve nas mãos do inglês Matthew Vaughn (Stardust) nos últimos seis meses, mas não vingou.
Branagh pode dirigir e, quem sabe, atuar (daria um ótimo Fandral) para estrear o filme em 4 de junho de 2010.
O roteiro de Thor já está pronto e foi escrito por Mark Protosevich, responsável pelos textos de A Cela, Poseidon e Eu Sou a Lenda.
A trama vai mostrar os primórdios do personagem na mitologia criada por Stan Lee e Jack Kirby - o médico aleijado Donald Blake não desconfia que é, na verdade, um deus nórdico aprisionado pelo pai em um corpo humano.
Agora é só esperar a confirmação.
The Spirit
Segundo trailer empolga
O Yahoo!Movies divulgou o segundo trailer de The Spirit, adaptação da clássica HQ de Will Eisner pelas mãos do badalado Frank Miller.
Agora parece que Miller acertou a mão e entregou uma prévia que empolga de verdade. Se o filme é isso mesmo, só vamos saber depois da estréia.
The Spirit chega aos cinemas americanos em 25 de dezembro e está programado para 16 de janeiro por aqui.
Confira o trailer logo abaixo, antes que tirem do ar.
Segundo trailer empolga
O Yahoo!Movies divulgou o segundo trailer de The Spirit, adaptação da clássica HQ de Will Eisner pelas mãos do badalado Frank Miller.
Agora parece que Miller acertou a mão e entregou uma prévia que empolga de verdade. Se o filme é isso mesmo, só vamos saber depois da estréia.
The Spirit chega aos cinemas americanos em 25 de dezembro e está programado para 16 de janeiro por aqui.
Confira o trailer logo abaixo, antes que tirem do ar.
Sexta-feira, Setembro 26, 2008

Death Magnetic
Metallica volta aos primórdios mais chato do que nunca
Depois da terapia do razoável St. Anger e do documentário "lavagem de roupa" Some Kind of Monster, James Hetfield, Lars Ülrich e Kirk Hammet estão mais uma vez de volta, devidamente acrescidos do baixista Robert Trujillo, estreando seu primeiro trabalho de estúdio com o grupo.
A grande nova de Death Magnetic é a tão alarmada volta aos primórdios - ou seja, canções gigantes, solos quilométricos e pouco a acrescentar à bagagem musical dos integrantes - a média de duração das faixas é de sete minutos, mas há a cansativa Suicide Redemption com quase dez.
Na verdade, o disco é a resposta da banda aos críticos e fãs que reclamaram da ausência dos solos e da produção modernosa de St. Anger. O resultado foi um disco longo e chato, muito chato, apesar da produção sem firulas de Rick Rubin - parceiro de gente muito boa, como Red Hot Chili Peppers, Johnny Cash e dos finados do Audioslave.
Só para fãs mesmo. E parece que eles adoraram, já que o álbum despontou em primeiro lugar na lista dos 200 mais vendidos da revista Billboard - o que tornou a banda a única na história da música americana a colocar cinco discos nessa posição.
Que eles se regozijem.
Quarta-feira, Setembro 24, 2008
Os Invísveis - Revolução 1Obra-prima de Grant Morrison encadernada
Finalmente chega às bancas o encadernado Revolução 1, que traz condensadas em 228 páginas as primeiras oito edições de Os Invisíveis, criação maior do escocês maluco Grant Morrison, responsável atualmente pela revista do Batman.
Os Invisíveis é considerada por muitos uma das obras mais importantes dos quadrinhos dos anos 90 e chegou a ser publicada parcialmente no Brasil pela Brainstore Editora, antes de cair no esquecimento editorial.
Então, é com bons olhos e muita ansiedade que esta edição chega pelas mãos do pessoal da Pixel Editora, que vem tratando com muito carinho a publicação de quadrinhos adultos e alternativos na Pixel Magazine e na revista Fábulas.
Mas vamos aos Invisíveis.
As oito histórias do encadernado mostram a busca de um grupo anarco-terrorista pela nova encarnação de Buda. Esse "escolhido" pode ajudá-los a libertar a humanidade do domínio dos Arcontes, seres transdimensionais que gerenciam o destino da humanidade e esperam pela hora certa para dominar nosso universo.
O grupo é formado pelo líder King Mob (uma paródia do próprio Morrison), Boy, uma ex-policial de Nova York, Lord Fanny, um travesti carioca (é isso mesmo), a feiticeira Ragged Robin e Jack Frost, o adolescente recrutado na primeira edição.
Morrison aproveita sua pena psicodélica para destilar um universo de inspirações literárias, culturais e filosofais, montando um quebra-cabeças complexo e de difícil assimilação, mas que é extremamente divertido, cheio de referências pop e palavrões de doer.
Curiosamente, Morrison chegou a acusar e processar os irmãos Wachowski por plágio na trilogia Matrix. A história chegou a render algum barulho no começo, mas acabou morrendo na praia.
Por fim, Os Invisíveis - Revolução 1 vai agradar em cheio os fãs de Sandman e cia. e o leitor de quadrinhos adultos - principalmente os órfãos do selo Vertigo. A edição, que estava programa para maio, é caprichadinha, mas merecia o formato americano.
As capas são do sempre formidável Brian Bolland (Camelot 3000, A Piada Mortal) e os desenhos do fraquinho Steve Yeowell - realmente o ponto baixo da série.
228 páginas
R$ 44,90
Os Maiores Clássicos Quarteto Fantástico Volume 4
Chega às bancas o quarto volume da reedição da fase do Quarteto Fantástico escrita e desenhada pelo canadense John Byrne - considerada por muitos (e por este que vos escreve) a melhor até hoje.
Em 1983, Byrne não era somente o roteirista/desenhista da família mais popular da Marvel Comics. Ele desfrutava do tremendo sucesso da revista do Quarteto, da fama pela fase com os X-Men e ainda dedicava a alma ao gibi da Tropa Alfa.
Como tudo que o rapaz tocava virava ouro, a Marvel achou por bem espalhar o talento de Byrne em outras publicações. Saiu então uma revista do Coisa, escrita e arte-finalizada por ele, e ainda uma parceria com Roger Stern nos roteiros de Os Poderosos Vingadores, que ainda desenhava, com arte-final do saudoso Joe Sinnot.
É, Byrne parecia incansável. E mais dois anos o separava do projeto que o colocaria no trono absoluto de quadrinhista maior dos anos 80 - a minissérie O Homem de Aço, para a a Dinstinta Concorrente.
Mas foi em Quarteto Fantástico que Byrne mostrou realmente todo seu talento de roteirista, desenhista e narrador, numa mistura de ficção científica dos anos 50, Além da Imaginação e, claro, a fase Stan Lee/Jack Kirby.
Neste quarto encadernado publicado pela Panini, temos uma edição de Vingadores interligada com a revista do Quarteto, a edição dois de O Coisa e a 17a. edição anual dos quatro fantásticos, além da revista mensal do grupo.
No total, são oito histórias formidáveis que o leitor não consegue parar de ler depois que começa. Destaque para a destruição do planeta dos Skrulls pelas mãos de Galactus - o que, mais à frente, pesará no julgamento do devorador de mundos - o quebra-pau entre o quarteto, Dr. Destino, o alienígena Tyros e o Surfista Prateado, e a edição anual, que mostra uma cidade tomada por uma espécie de virus alienígena.
Compre já.
Formato americano
204 páginas
R$ 28.90
Quarta-feira, Setembro 17, 2008
Silence Is Sexy
Banda alemã distribui novo álbum de graça na web
This Ain't Hollywood é o novo álbum do Silence Is Sexy, grupo de rock alemão com inspirações evidentes em bandas como Radiohead, Editors e Interpol.
A grande novidade é que, na esteira da revolução digital, ontem a banda liberou o novo disco para download gratuito no Mininova, site especializado em arquivos torrent.
O pacote traz o disco com dez canções e o encarte em arquivo PDF, prontinho para impressão. Uma beleza.
Clique aqui e siga direto para lá.
Se você não faz a mínima idéia do que é um arquivo torrent ou como baixá-lo, clique aqui.
E bom download.
Terça-feira, Setembro 16, 2008

Ensaio Sobre A Cegueira
Em terra de cego...
Julianne Moore é a rainha
Em Ensaio Sobre a Cegueria, o diretor Fernando Meirelles, de certa forma, conseguiu realizar seu maior filme, mas também seu menor. Eu explico.
Já era sabido que a adaptação do romance de José Saramago seria bem difícil e que Meirelles tinha uma certa devoção e respeito muito grandes ao livro e que queria, acima de tudo, agradar seu autor.
Aparentemente, isso se tornou um problema - não dos grandes, mas um problema. Porque o Meirelles inventivo de Cidade de Deus e ousado de O Jardineiro Fiel, ficou suprimido por um outro eu, mais afeito ao temor de desagradar um grande ídolo.
E o resultado foi um filme mediano, com grandes momentos se contrapondo a seqüências apáticas e conduzido por uma Julianne Moore excepcional - o que poderia lhe render uma indicação ao Oscar no ano que vem.
Na trama, um vírus que dissemina uma espécie de cegueira branca começa a se espalhar pela cidade - São Paulo, tão bela quanto nunca foi. Um médico, vivido por Mark Ruffalo (Zodíaco), é contaminado após manter contato com um paciente e conduzido a uma detenção.
Sua esposa, Julianne Moore, de alguma forma é imune ao vírus, mas finge estar contaminada para dar assistência ao marido. Logo, ela se tornará o elo vital de sobrevivência de um pequeno grupo, composto, entre outros, por Danny Glover e Alice Braga, e iniciará uma jornada em busca do caminho de casa.
Mas se, depois de ler estas linhas, você achar que Ensaio Sobre a Cegueira é um filme ruim, peço desculpas. Não se trata disso.
De um modo geral, achava-se que adaptar fielmente um livro em que os personagens não têm nome e que a cidade onde se passa a história não é identificada seria um tiro no próprio pé. Meirelles não se intimidou, conseguiu manter o máximo de fidelidade possível e fez um filme competente.
A tensão da primeira meia hora de projeção, quando o vírus se espalha gradativamente, apresentando os personagens principais, é simplesmente formidável. Mas é na seqüência do aprisionamento dos contaminados no gueto, toda ela, que se sente a direção ficou temerosa.
Assim como em The Mist e em tantos outros filmes de terror psicológico, vemos indivíduos que representam as diferentes classes que compõem uma sociedade mostrar seu lado mais negro numa hora de desespero.
Mas, diferentemente desses filmes, Cegueira mostra um lado negro ainda mais profundo da alma humana, expondo situações realmente desagradáveis, mas sem questionar, por exemplo, a formação de cada personagem.
Nesse ponto, o filme corria um grande risco de se tornar um retrato tão amargo que o público poderia fugir das salas de cinema. Então, nota-se um crescendo de situações ruins finalizado por momentos poéticos e de alívio - que acabaram comprometendo a condução da história.
Depois da fraca recepção da crítica internacional em Cannes e no Brasil, o filme busca agora seduzir o mercado americano, onde estréia em 3 de outubro, para lutar com gente grande por uma vaga nas categorias da premiação da Academia em 2009.
Segunda-feira, Setembro 15, 2008

Los Hermanos Na Fundição Progresso
Último registro ao vivo, para fãs botarem defeito
Há pouco mais de um ano os cariocas do Los Hermanos anunciaram que iam parar temporariamente as atividades da banda e fizeram três apresentações na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, como presente para os fãs.
Tudo foi previamente filmado e gravado na época e desde então espera-se pelo registro dos últimos shows dos barbudos mais invocados do rock brasileiro.
Eis que, finalmente, chega às lojas a edição em DVD e CD da apresentação do dia 9 de junho de 2007, feita em parceria com o canal pago Multishow - que exibiu um corte prévio no dia 28 do mês passado.
No disco há somente 14 canções, contra 31 do DVD. A produção foi assinada pela banda e a embalagem chama atenção pela simplicidade e qualidade gráfica, o que se refletiu no preço - as gravadoras só agora descobriram que caixinhas de papelão são mais baratas que as de plástico.
Algo não soa bem no disco. Não dá pra escutar os vocais de Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante, mesmo mexendo na equalização do seu aparelho de som. Alguns vão dizer que os shows do grupo são assim, que os fãs cantam todas as músicas em uníssono, blá, blá, blá.
A verdade é que o áudio do disco ficou ruim, muito ruim. Só para efeito de comparação, ouça Under A Blood Red Sky, do U2, ou Desconcerto, de Pitty.
Já no DVD, o efeito foi quase que inverso. As linhas de áudio foram melhor trabalhadas e o som está disponível em dois canais e em Dolby 5.1. Aqui, o esfoço é para ouvir a voz do público. Parece que faltou alguém competente para equalizar as coisas.
As imagens também não impressionam. São sempre os mesmos ângulos, a câmera está sempre parada e as luzes nunca acendem para mostrar o mar de gente à frente do palco. É tudo seco e sem graça. Parece que copiaram o show do DVD anterior da banda. E faltou ainda um documentário registrando os bastidores.
A verdade é que, tanto o CD como o DVD, dão a impressão de terem sido feitos a toque de caixa, na pressa, e sem a supervisão da banda. E faz até sentido, se levarmos em conta que, simultaneamente a esse lançamento, também chegou às lojas o primeiro disco solo de Marcelo Camelo, Sou.
Resta a música e a interação da banda com o público. E é isso que faz o projeto valer a pena para o bom amante de um bom show, seja ele fã do grupo ou não. São 26 canções do show do dia 9 e mais cinco como extras da apresentação do dia anterior.
Camelo, Amarante, Bruno Medina e Rodrigo Barba estão no auge da forma musical, a banda de apoio está afiadíssima, os integrantes estão visivelmente empolgados e o público parece ter saído de algum curso de culto de adoração. Muita paixão.
Corra que nas lojas online já estão esgotados.
CD: R$ 22,90 em média
DVD: R$ 29,90 em média
Quinta-feira, Setembro 11, 2008
nasbancasProntuário 666
Os Anos de Cárcere de Zé do Caixão
O mestre do terro brazuca para ler
Nas bancas há cerca de um mês, Prontuário 666 - Os Anos de Cárcere de Zé do Caixão serve como uma ponte entre os filmes Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver e o novíssimo Encarnação do Demônio, relatando os 40 anos de prisão do personagem mais aterrorizante do cinema brasileiro.
O livro em quadrinhos chega em edição caprichada da Conrad e roteiro e desenhos fantásticos do gaúcho Samuel Casal. A intenção era chamar atenção para o novo clássico do terror de José Mojica Marins, mas o resultado acabou sendo decepcionante.
Bilheterias à parte, Prontuário 666 é uma pequena obra-prima que merece ser lida por qualquer amante de quadrinhos - principalmente aqueles que sentem saudades de um bom quadrinho de terror, coisa praticamente inédita nas bancas brasileiras nos dias de hoje.
Logo de início somos apresentados à casa de detenção de São Paulo, no dia 8 de agosto de 1988, onde Josefel Zanatas, vulgo Zé do Caixão, se encontra preso. Conhecemos então o dia-a-dia deste detento de ficha número 666 e suas experiências dentro do que ele mesmo chama de "zoológico humano".
Casal e sua parceira de roteiro, a paulista Adriana Brunstein, criam metáforas das classes sociais e engrenagens do mundo do crime a partir da visão de Zé do Caixão sobre a relação entre presos, agentes presidiários e dos animais e vermes que habitam o presídio.
A história termina com a soltura de Zanatas, 40 anos depois, e leva imediatamente ao início do filme, que já nasce clássico por si.
No final, algumas ilustrações do mestre do terror verde-amarelo pelas mãos de gente boa como Mozart couto, Marcatti, Fábio Cobiaco e Angeli.
Merece ser apreciado.
Prontuário 666
120 páginas
R$ 19,90 em média
Quarta-feira, Setembro 10, 2008

Bond 22
Novo trailer de Quantum of Solace
Pouco a dizer, muito a ver. Depois do teaser, agora o trailer de Quantum of Solace chega à web, pouco antes de você vê-lo nos cinemas.
A vigésima-segunda aventura do espião inglês é dirigida pelo badalado Marc Forster (O Caçador de Pipas), estrelada por Daniel Craig e retoma a saga do iniciante agente 007 a aprtir do final do excelente Cassino Royale.
Muita ação e cenas que parecem saídas de O Ultimato Bourne. Confira clicando aqui.
007 - Quantum of Solace estréia em 14 de novembro.
Segunda-feira, Setembro 08, 2008
WATCHMEN
O sexto diário de produção
O site IGN postou ontem o sexto vídeo diário da superprodução Watchmen. A prévia de bastidores mostra o cuidado do diretor Zack Snyder (300) e sua equipe para manter no filme o mesmo clima da premiada graphic novel.
Há boas imagens de Patrick Wilson como o Coruja e de Billy Crudup paramentado para interpretar Dr. Manhattan em sua fortaleza em Marte.
Watchmen está previsto para chegar aos cinemas em 6 de março - se a Fox não conseguir barrar a produção até lá.
Clique no player abaixo para conferir o vídeo.
O sexto diário de produção
O site IGN postou ontem o sexto vídeo diário da superprodução Watchmen. A prévia de bastidores mostra o cuidado do diretor Zack Snyder (300) e sua equipe para manter no filme o mesmo clima da premiada graphic novel.
Há boas imagens de Patrick Wilson como o Coruja e de Billy Crudup paramentado para interpretar Dr. Manhattan em sua fortaleza em Marte.
Watchmen está previsto para chegar aos cinemas em 6 de março - se a Fox não conseguir barrar a produção até lá.
Clique no player abaixo para conferir o vídeo.
Sexta-feira, Setembro 05, 2008

HEROES
Mais duas semanas
A NBC divulgou hoje as primeiras imagens oficiais de divulgação da terceira e promissora temporada de Heroes.
Com o sutítulo "Vilões", a série promete dar uma recauchutada na trama e na ação, meio perdidas na última temporada.
Heroes: Villains estréia no dia 22 e terá um especial de recapitulação de uma hora e um episódio de estréia de duas horas.
Confira as imagens logo abaixo - lembrando que basta um clique nas imagens para vê-las em versões maiores.
Quinta-feira, Setembro 04, 2008

The Mist - O Nevoeiro
Direção correta, final devastador
"Aleluia, irmãos!" Finalmente, mais de oito meses depois da estréia americana e mais de cinco meses depois do lançamento em DVD lá fora, O Nevoeiro chega aos cinemas brasileiros. E chega na calada, sem divulgação.
Há cerca de duas semanas vi os stands em algumas salas e no último dia 29 o filme apareceu nas listas de programação dos jornais. Que pena tanto descaso com um filme sensacional, que seria melhor apreciado na tela grande.
O eudiário conferiu The Mist no início de abril, numa edição dupla especial em DVD que chegou às lojas internacionais em 18 de março - fazer o quê? Vamos ao texto.
Já vamos deixar uma coisa bem clara logo de início: ninguém entende mais de Stephen King em Hollywood do que Frank Darabont. Ponto.
Depois dos perfeitos Um Sonho de Liberdade e À Espera de Um Milagre, o diretor norte-americano prova de vez que nasceu para adaptar os textos do mestre do terror com o excepcional e mal compreendido The Mist - O Nevoeiro.
O conto tenebroso que abre o livro de histórias curtas Tripulação de Esqueletos recebeu um tratamento mais que digno de Darabont, que foi extremamente fiel à fonte e adicionou um final inédito, chocante e simplesmente desesperador.
E é justamente o final que causa toda a discussão em torno do filme - devemos abandonar todas as esperanças quando diante de algo que parece inevitável? A resposta é muito pessoal e Darabont sabe disso - tanto que ele dá a sua própria.
A trama se passa, como em 99% das histórias de King, no Maine e mostra parte da população local isolada num supermercado depois que um nevoeiro encobre toda a cidade e coisas estranhas começam a acontecer.
Thomas Jane (O Justiceiro) é o artista plástico que vai às compras com o filho (o pequeno Nathan Gamble) após uma tempestade quase destruir a cidade e é o personagem que tem o primeiro contato com o aspecto sobrenatural do estranho nevoeiro.
Direção correta, final devastador
"Aleluia, irmãos!" Finalmente, mais de oito meses depois da estréia americana e mais de cinco meses depois do lançamento em DVD lá fora, O Nevoeiro chega aos cinemas brasileiros. E chega na calada, sem divulgação.
Há cerca de duas semanas vi os stands em algumas salas e no último dia 29 o filme apareceu nas listas de programação dos jornais. Que pena tanto descaso com um filme sensacional, que seria melhor apreciado na tela grande.
O eudiário conferiu The Mist no início de abril, numa edição dupla especial em DVD que chegou às lojas internacionais em 18 de março - fazer o quê? Vamos ao texto.
Já vamos deixar uma coisa bem clara logo de início: ninguém entende mais de Stephen King em Hollywood do que Frank Darabont. Ponto.
Depois dos perfeitos Um Sonho de Liberdade e À Espera de Um Milagre, o diretor norte-americano prova de vez que nasceu para adaptar os textos do mestre do terror com o excepcional e mal compreendido The Mist - O Nevoeiro.
O conto tenebroso que abre o livro de histórias curtas Tripulação de Esqueletos recebeu um tratamento mais que digno de Darabont, que foi extremamente fiel à fonte e adicionou um final inédito, chocante e simplesmente desesperador.
E é justamente o final que causa toda a discussão em torno do filme - devemos abandonar todas as esperanças quando diante de algo que parece inevitável? A resposta é muito pessoal e Darabont sabe disso - tanto que ele dá a sua própria.
A trama se passa, como em 99% das histórias de King, no Maine e mostra parte da população local isolada num supermercado depois que um nevoeiro encobre toda a cidade e coisas estranhas começam a acontecer.
Thomas Jane (O Justiceiro) é o artista plástico que vai às compras com o filho (o pequeno Nathan Gamble) após uma tempestade quase destruir a cidade e é o personagem que tem o primeiro contato com o aspecto sobrenatural do estranho nevoeiro.
O caos se estabelece no abrigo temporário e um retrato condensado da sociedade americana é estabelecido num clima de terror psicológico crescente.
Marcia Gay Harden se destaca como a evangélica radical que rapidamente vai se transformando numa sociopata. A atriz de Encontro Marcado e Na Natureza Selvagem encarna tão bem a personagem que é responsável por alguns dos momentos mais desconfortáveis da adaptação.
Quem conhece o conto vai se surpreender como Darabont conseguiu traduzir o imaginário do mestre do terror em uma espécie de visual coletivo - as criaturas trazem à mente a descrição exata contida no livro. Impressionante.
Mais que recomendável.
Quem conhece o conto vai se surpreender como Darabont conseguiu traduzir o imaginário do mestre do terror em uma espécie de visual coletivo - as criaturas trazem à mente a descrição exata contida no livro. Impressionante.
Mais que recomendável.
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